Meu Olhar Político do discurso de renúncia Papal.

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Por Leila Lopes.

“Caros irmãos:

Convoquei-os para este consitório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicar a vocês uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter repetidamente examinado minha consciência perante Deus, eu tive certeza de que minhas forças, devido à avançada idade, não são mais apropriadas para o adequado exercício do ministério de Pedro. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua natureza essencialmente espiritual, deve ser levado não apenas com palavras e fatos, mas não menos com oração e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a mudanças tão rápidas e abalado por questões de profunda relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e proclamar o Evangelho, é necessário tanto força da mente como do corpo, o que, nos últimos meses, se deteriorou em mim numa extensão em que eu tenho de reconhecer minha incapacidade de adequadamente cumprir o ministério a mim confiado.

(Pelo que entendi, acontece que não acompanha as mudanças necessárias neste mundo de globalização e de tentativas de aberturas políticas e de direitos individuais e coletivos, como por exemplo o casamento entre iguais, contraceptivos, etc… Isto também significa que provavelmente o CONCLAVE irá escolher um Papa mais jovem, isto não quer dizer que será liberal, porém existe uma chance de estarem pensando em um papado que não seja da OPUS DEI, mas esta tem uma força política muito grande, pois defende as oligarquias mundiais.)

Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, confiado a mim pelos cardeais em 19 de abril de 2005, a partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20h, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, vai estar vaga e um conclave para eleger o novo Sumo Pontífice terá de ser convocado por quem tem competência para isso.

Caros irmãos, agradeço sinceramente por todo o amor e trabalho com que vocês me apoiaram em meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos.

(O que seria este pedido de perdão? Qual seriam estes os defeitos? Seriam seu suposto caso e descaso com a pedofilia e outras atrocidades cometidas pela Igreja católica, principalmente no seu bispado no passado e agora como Papa, se recusando a uma abertura nas leis católicas? )

E agora, vamos confiar a Sagrada Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar a sua santa mãe Maria, para que ajude os cardeiais com sua solicitude maternal, para eleger um novo Sumo Pontífice.

(Implorar a Santa Mãe Maria que ajude os cardeais…a política interna do Vaticano esta em guerra e esta será uma das mais acirradas disputas para a escolha Papal.)

Em relação a mim, desejo também devotamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro, através de uma vida dedicada à oração.

(A vida dedicada a oração, isto é, provavelmente não poderá ficar comunicável com qualquer pessoa, tipo também jornalistas e outras que queiram investigar melhor esta sua renúncia. Sim, o vaticano lançará uma biografia deste papa com sua versão, mas a verdadeira ficará incógnita na história mundial, se não tiver alguém sagaz para investigar a renúncia do Papa Bento XVI.)

Vaticano, 10 de fevereiro de 2013.

BENEDICTUS PP. XVI”

 

 

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